Aracaju, 29/07/2010
Busca no Site:
Categoria:
 
Newsletter
Cadastre-se e receba nossas newsletters.
Nome:
Email:
 
 
 Editorial
 Plenário/Diógenes Brayner
 Política
 Polícia
 Bastidores/Giovani Allievi
 Correio Urbano
 Interior
 Politica Nacional
 Coluna Painel
 Artigos
 Claudio Humberto
 Economia
 Internacional
 Esporte Local
 Esporte Nacional
 Variedades
 Cinema
 Rádio
 TV
 Simone Morais
 Jânio Freitas
 Sebastião Nery
 Raimundo Brito
 Dom Luciano Mendes
 A. Ermirio Moraes
 Delfim Neto
 Jácome Góes
 situe-se: 29 de Julho de 2010,  Quinta-feira

Plástico Lunar volta de turnê pelo Rio e SP
Data: 25/12/2005

A banda Plástico Lunar "segue bravamente o seu caminho, rumo ao desconhecido, enquanto houver brilho no seu olhar". O trecho é parte da letra de "Gargantas do Deserto", uma das músicas do grupo. Em janeiro, eles realizam uma apresentação no Boikapeta (bar situado próximo ao viaduto da Avenida Hermes Fontes), mais precisamente no dia 14. Os músicos devem tocar seus maiores sucessos na versão acústica.

O show é uma espécie de comemoração da volta da banda a Sergipe. Eles estiveram realizando  turnês pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O grupo é considerado, hoje, um dos mais importantes dentro do cenário da música sergipana, sendo um dos predecessores do atual movimento de revitalização do rock de Sergipe. Depois de trabalharem por muito tempo em Aracaju, a Plástico Lunar acabou ganhando respaldo nacional.

A banda - "Assistir a um show da Plástico pode ser uma experiência difícil de ser esquecida. Melodias espaciais, arranjos complexos, timbres envenenados, letras filosóficas, climas que te levam pra longe. Tudo isso tocado por jovens que sabem o que fazem (músicos de mãos cheias) e amantes do bom e velho rock'n roll". A descrição não é pouca coisa e está no site da gravadora Trama Virtual.
O grupo é formado por Daniel Torres (vocais e guitarra), Bicho-Grilo (Baixo e backings), Léo Airplane (Órgãos e sintetizadores), Costello (Guitarras) e Odara (bateria). Os garotos investem em um rock típico da década de 1960, quando o ritmo causava frisson e começava a se desenvolver. Aquele era um momento de surrealismo musical, músicos adeptos dos óculos escuros, terninhos, plumas e paetês.

O objetivo do grupo, ao se formar, foi investir no rock limpo, ou seja, que lembrasse o que era feito nas décadas anteriores. Em 2001, eles chamaram a atenção do selo paulistano "Baratos Afins", que lançou nacionalmente os músicos com a canção "Meu Jardim", na coletânea "Brazilian Pebbles vol. 2". O CD reúne o melhor do rock psicodélico brasileiro do terceiro milênio.

O rock da década de 60 - Foi aqui que a tríade "sexo, drogas e rock and roll" começou a ganhar forma. Os anos 70 foram marcados pela busca da atitude, pelo psicodelismo e pelo Acid Rock (que buscava reproduzir na música os efeitos da maconha e do LSD). Na época, se destacaram grupos como The Doors, Jefferson Airplane, Grateful Dead e Love. O rock experimental também é outro que começa a despontar, com a mistura de elementos de vários estilos musicais, associáveis ao rock ou não, que costumava ser confundido com o progressivo ou com o psicodélico.

O rock Progressivo foi marcado pelas músicas de longa duração, de quatro minutos até os discos de uma única faixa. A utilização de música folclórica, jazz, música erudita e o blues também eram comuns. Entre os exemplos, estão Yes, Genesis, Pink Floyd, e Rush. O rock mais comercial, conhecido como "o rock para quem não gosta de rock" também nasce aqui, com Bread, Carpenters, The Mamas & The Papas e Olivia Newton-John.


Confira o jornal
completo nas bancas!

Indique esta notícia
Comente essa matéria




16/04/2008 Pecado original
16/04/2008 filmes na tv
09/04/2008 Queda livre
09/04/2008 filmes na tv
26/03/2008 Bronca invisível
20/03/2008 Considerações

 

 

 




 


Rua Cláudio Batista, 334 - Bairro Santo Antônio - Aracaju/SE